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INDICE DE AREA FOLIAR ( IAF )

um mês atrás

Indices de vegetação são modelos matemáticos desenvolvidos para avaliar a cobertura vegetal. Esses índices físicos em sensoriamento remoto permitem a modelagem de parâmetros biofísicos dos alvos a partir da aritmética de bandas espectrais.
Diversos índices de vegetação têm sido propostos com o objetivo de explorar as propriedades espectrais da vegetação, principalmente nas regiões do visível e infravermelho próximo do espectro eletromagnético.
Para estimar a densidade de área foliar que cobre um terreno, comumente se utiliza o índice de área foliar (IAF) citado por Watson (1947), como sendo a área de folhas por unidade de terreno (m².m-2). O aumento do IAF ocorre em função tanto do aumento do número de folhas por colmo, como do aumento da área foliar individual. O índice de área foliar é a relação entre a área da folhagem e a superfície do solo por ela ocupada e é variável de acordo com espécies vegetais, clima, estações do ano e estádio de desenvolvimento da planta.
O IAF pode oferecer importantes informações na compreensão da dinâmica da vegetação em ecossistemas terrestres, uma vez que é determinante em processos produtivos como a interceptação da radiação e trocas gasosas e de água com o meio, além de interferir em aspectos ecológicos importantes, como a competição inter e intraespecífica entre plantas, a retenção de carbono e a conservação do solo e ser um componente dos ciclos biogeoquímicos em ecossistemas (BREDA, 2003).
Levando-se em consideração esses aspectos é possível avaliar a grande aplicabilidade deste índice físico em várias áreas do conhecimento.

Referencias :

BRÉDA, N.J.J. Ground-based measurements of leaf area index: a review of methods, instruments and current controversies. Journal of Experimental Botany, v.54, n.392, p.2403-2417, 2003.

WATSON, D. J. Comparative physiological studies on growth of field crops: I. Variation in net assimilation rate and leaf area between species and varieties, and within and between years. Annals of Botany, v. 11, p. 41-76, 1947.

 

Autora :  LAURA SABBATINI

Engenheira Florestal pela Universidade de Brasília (UnB) e Mestre em Ciências Florestais pela Universidade de São Paulo, Laura atuou no departamento de P&D da Empresa Júnior de Engenharia Florestal da UnB, onde também foi gerente de um projeto de neutralização de carbono. Também integrou o projeto de Prospecção Tecnológica desenvolvido na International Paper do Brasil e desenvolveu projetos de pesquisa na área florestal da empresa.

 

 

DemoDay do Desafio Territórios Inteligentes

um mês atrás

A Pixforce foi uma das start ups selecionados nos DemoDay do Grupo Votorantim .

 

https://www.linkedin.com/feed/update/urn:li:activity:6346081694616993792/

 

Novos desafios nesta parceria que a cada dia se firma muito mais. 

 

 

Boletins/Artigos

Blog PixForce - Identificação de Pragas e doenças plantas para areas extensas

um mês atrás

http://pixforce.com.br/identificacao-e-mapeamento-de-pragas-e-doencas-plantas-para-extensas-porcoes-da-terra/

 

Dados de sensoriamento remoto têm sido largamente utilizados para a análise da vegetação. A partir do estudo das variações espectrais das plantas utilizando técnicas de sensoriamento remoto é possível obter informações chave sobre o estado da vegetação.  Os índices de vegetação são medidas radiométricas adimensionais que são utilizadas para modelar os parâmetros biofísicos da vegetação. Esses IV’s são utilizados para extrair informações como a atividade da vegetação verde, índice de área foliar, porcentagem de cobertura verde, teor de clorofila, biomassa verde e radiação fotossinteticamente ativa absorvida.

A ocorrência de doenças em plantas vem causando grandes prejuízos para empresas produtoras de celulose no Brasil. Doenças de plantas podem ser avaliadas por métodos diretos, onde a estimativa da quantidade de doença é feita diretamente pelos sintomas, ou por métodos indiretos, onde a quantidade de doença é estimada pela população do patógeno. Dentre os métodos diretos encontram-se a estimativa dos parâmetros incidência e severidade e as técnicas de sensoriamento remoto (Maffia et al., 2007). Em estudos de doenças de plantas, o sensoriamento remoto, além de ser utilizado para quantificação, também pode servir para a detecção de plantas infectadas e/ou áreas atacadas por fitopatógenos.

A diversidade de sensores remotos em órbita e o desenvolvimento de técnicas de processamento digital de imagens têm mudado completamente a forma de avaliarmos doenças em grandes plantações. Plantas infectadas por fitopatógenos nem sempre são perceptíveis ao olho humano, entretanto podem ser diagnosticadas por meio de sensores que revelam mudanças no comportamento espectral da planta. O sensoriamento remoto dispensa a coleta e a análise de amostras em laboratório permitindo levantamentos precisos e confiáveis, em curto espaço de tempo e com uma fração do custo de métodos tradicionais. O processamento de imagens orbitais pode detectar e monitorar essas ocorrências, contribuindo para uma melhor produtividade, independentemente do tamanho da área em questão.