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Será que vale a pena fazer um Empréstimo Pessoal Online para negativados no SPC e Serasa

um mês atrás

Quem passou pela experiência de ter o seu nome incluído nos cadastros de inadimplentes do SPC ou Serasa e precisou de dinheiro, certamente passou pelo maior sufoco. Se você está passando por dificuldades, precisa de dinheiro para o final do mês e a maior parte das instituições financeiras dizem não para você, quando aparece uma alternativa de Empréstimo Pessoal Online para negativados parece ser um ótimo negócio, mas infelizmente não é bem assim. Saiba mais e confira se realmente vale a pena usar essa alternativa.

Será que vale a pena fazer um Empréstimo Pessoal Online para negativados no SPC e Serasa?

Atualmente, nosso país enfrenta uma grave crise, e o mundo inteiro está prestes a entrar em uma recessão econômica mundial. Neste contexto, o Brasil tem mais de 62 milhões de pessoas com o CPF negativado. Mesmo assim, várias instituições financeiras oferecem Empréstimo Pessoal Online para negativados no SPC e Serasa, assumindo o risco de uma provável inadimplência, e em troca disso cobram elevadíssimas taxas de juros.

 

Como funciona um Empréstimo Pessoal Online para negativados

Alguns anos atrás, era necessário procurar fisicamente por correspondentes bancários e levar documentos e assinar muita papelada por aí. Com a internet, tudo mudou, e agora é possível fazer qualquer empréstimo pela internet, sem muita complicação.

Basicamente, um Empréstimo Pessoal Online para negativados é concedido para clientes que atrasaram o pagamentos das suas dívidas e ficaram com o nome sujo. A grande maioria das instituições financeiras não aceita este cliente, pois existe um alto risco de que ele fique novamente inadimplente, pois teoricamente não possui educação financeira apropriada.

Neste caso, como o risco de que não sejam pagas as parcelas do empréstimo é muito grande, a taxa de juros é calculada estatisticamente sobre a inadimplência dos demais consumidores. Na maioria das vezes, o custo de pegar este empréstimo pode ser maior do que o juros do cheque especial, que é uma das modalidades mais caras disponíveis no mercado.