Extrair dentes é coisa do passado

Já foi o tempo que extrair os dentes era a primeira opção ao menor problema detectado. Pessoas que antigamente tiveram todos ou alguns dentes extraídos se viram na obrigação de instalar uma “chapa” – que são cada vez mais raras atualmente.

Com o avanço da odontologia, dos materiais e das técnicas restauradoras tornou-se mais viável a recuperação dos dentes e menor a incidência de extrações desnecessárias. Ainda há casos de acidentes, posicionamento incorreto dos dentes e destruição devido à higiene ruim que levam à necessidade da extração, até para não causar um mal maior.

Quando é necessária a extração dental?

O Dr. Eduardo Gurkewicz, no alto de sua experiência de mais de 33 anos como cirurgião dentista, indica os casos em que a extração dental se faz necessária. Acompanhe!

Dentes de leite que não caem e atrapalham a erupção do dente permanente.

Dentes do siso (terceiros molares) que não erupcionam, estão inclusos, estão em posição de difícil higienização, cariados ou por falta de espaço.

Dentes destruídos por cárie extensa, por traumas, por acidentes.

Dentes supranumerários (extras) que atrapalham o posicionamento dos demais elementos.

Motivo ortodôntico, quando é necessário a criação de espaços para melhor alinhamento dos dentes.

Casos de radioterapia ou medicamentos contra o câncer podem desenvolver infecções que levam à extração.

O renomado CEO da Clínica Odontowicz revela ainda que “há dois tipos de extração: a simples, realizada em dentes erupcionados e feita por clínicos gerais com a utilização de instrumentos apropriados; e a cirúrgica, mais complexa, em dentes que ainda não nasceram ou nasceram parcialmente, geralmente por especialistas em cirurgia, podendo haver a necessidade de um corte na gengiva e remoção óssea.

Como é o procedimento?

 Após avaliação do cirurgião dentista, munido de exames clínicos e radiográficos, e estabelecendo-se a necessidade da extração, poderá ser ministrado um medicamento antes da cirurgia, como antinflamatórios e antibióticos. Inicialmente, será feita anestesia local e a extração será feita com instrumentos cirúrgicos como alavancas e fórceps, visando o deslocamento do dente. O paciente não deve sentir dor, mas pode sentir o toque e o movimento do dente. Terminado o procedimento, serão dados pontos cirúrgicos para fechar o local”.

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Verdadeira referência em Implantodontia, o Dr. Eduardo é pioneiro nessa técnica. Mais de 33 anos de dedicação à saúde bucal, com mais de 30 mil implantes realizados.

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