Organização Religiosa em São Paulo, SP com horário - página 33

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Mais resultados da categoria Organização Religiosa em São Paulo

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R. do Mar Paulista 991, 04464-190 São Paulo, Balneário Mar Paulista

(11) 5614-2234
Fechado no momento

Praça Carlos Gomes, 100 - Liberdade, 01501-040 São Paulo, Centro

(11) 3101-8178
Fechado no momento

R. Guanapus 22, 02244-050 São Paulo, Vila Dom Pedro II

(11) 95153-2967
Fechado no momento

R. Hedi 123, 03758-080 São Paulo, Jardim Penha

(11) 2541-3345
Aberto no momento

R. Barão de Pirapama 165, 05614-070 São Paulo, Jardim Leonor

Fechado no momento

R. Alto Belo 475, 03478-040 São Paulo, Vila Antonieta

(11) 2724-6185
Fechado no momento

R. Rodolfo Miranda, 54 - Bom Retiro, 01121-010 São Paulo, Bom Retiro

(11) 5677-9287
Fechado no momento

R. Jean Billon, 119 - Recanto Verde do Sol, 08382-160 São Paulo, Recanto Verde do Sol

Aberto no momento

Avenida Ricardo Jafet, 769, 04260-020 São Paulo, Vila Santa Eulalia

(11) 2272-6473
Aberto no momento

R. Alfredo Ometecídio 32, 05869-170 São Paulo, Jardim São José

(11) 5873-2009
Fechado no momento

Rua Tomas Pompeu 263, 05877-180 São Paulo, Jardim Guarujá

(11) 2128-1000
Fechado no momento

R. Santa Eufêmia 293, 03420-030 São Paulo, Vila Carrão

(11) 97627-1693
Aberto no momento

R. Poema dos Olhos 145, 05567-040 São Paulo, Jardim São Jorge (Raposo Tavares)

(11) 98336-3654
Fechado no momento

R. Jasmim de Porcelana 833, 08050-090 São Paulo, Vila Jacuí

(11) 3562-7556
Fechado no momento

R. Araiporanga 216, 03360-040 São Paulo, Vila Formosa

Fechado no momento

Largo do Cambuci 12, 01523-010 São Paulo, Cambuci

(11) 3207-2404
Fechado no momento

Rua Anecy Rocha 485, 08372-209 São Paulo, Jardim das Rosas (Iguatemi)

Fechado no momento

R. Álvaro dos Santos 177, 02227-210 São Paulo, Jardim Brasil (Zona Norte)

(11) 96254-1448
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R. Me. Luísa dos Anjos 331 A, 03560-010 São Paulo, Vila Nhocune

Fechado no momento

Rua Juca Mendes 182, 03428-020 São Paulo, Vila Carrão

Avaliações da empresas locais

Jacke Tayne , 30 setembro 2025
Ontem, dia 29/09/2025, participei do culto na Congregação Cristã da Água Rasa, que terminou às 21h40. Durante a parte final, a orquestra estava tocando e eu fiz uma pequena filmagem. Logo em seguida, uma irmã se aproximou de mim, com amor e cuidado, e me explicou que não era adequado filmar. Eu compreendi de imediato, agradeci e encerrei a gravação. No entanto, o ancião da igreja se levantou e me expôs diante da irmandade, de forma constrangedora, como se fosse necessário me envergonhar perante todos. Essa postura me deixou profundamente desconfortável e envergonhada, principalmente porque já havia compreendido e atendido ao pedido da irmã. Essa não foi a primeira vez que observei esse comportamento. Em outro culto de segunda-feira, presenciei esse mesmo ancião chamar a atenção de um irmão que havia se empolgado em seu testemunho. Ele o interrompeu em público, usando palavras ríspidas, em tom de bronca, o que também causou constrangimento para todos os presentes. Quero registrar que acredito que a igreja deve ser um espaço de amor e acolhimento. Corrigir é necessário, mas deve ser feito com sabedoria, carinho e, se possível, em particular. A maneira como fui tratada me fez sentir exposta e diminuída, quando deveria ter sido acolhida. Além disso, vale ressaltar que o culto terminou tarde (21h40), o que também é cansativo para muitos, especialmente senhoras e irmãos de idade avançada. Outro ponto grave é que, no episódio do testemunho, o irmão que foi repreendido não era da congregação local, era um visitante. Após ser exposto e envergonhado em público, ele chorou de maneira desesperadora, em um tom que chamou a atenção de todos. Ficou claro que aquele choro foi fruto da vergonha e do constrangimento que passou diante da irmandade. Esse tipo de postura não apenas fere quem está na igreja, mas também afasta visitantes que poderiam estar buscando conforto espiritual. Por fim, destaco que me senti acusada injustamente quando o ancião afirmou que “o inimigo poderia usar” por conta da filmagem, como se eu fosse instrumento de algo negativo, quando na verdade não tive má intenção. Peço que este relato seja considerado como um pedido de reflexão para que o amor e o respeito, que sempre foram marcas da Congregação Cristã, estejam presentes também na forma como a liderança se comunica com a irmandade.

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