Organização Religiosa em São Paulo, SP com horário - página 48

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R. Elba 318, 04285-000 São Paulo

(11) 2272-7254
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R. Tomás Ribeiro Colaço 315, 02993-100 São Paulo, Jardim Vivan

(11) 3851-2846
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Rua Bagé 73, 04012-140 São Paulo, Vila Mariana

(11) 5549-0727
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Rua Itápolis 1531, 01245-000 Pacaembu, Pacaembu

(11) 95353-3940
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Estr. das Taipas 3350, 02991-270 São Paulo, Jardim Alvina

(11) 94039-0379
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R. José Nunes dos Santos 753, 08080-600 São Paulo, Parque Paulistano

(11) 2584-5407
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R. Eugênia de Carvalho 1366, 03516-000 São Paulo, Vila Matilde

(11) 96085-1671
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Av. João Marcelino Branco 96, 02610-000 São Paulo

(11) 3859-4242
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Praça Barão de Studart 50, 04285-010 São Paulo, Vila Moinho Velho

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R. Solidônio Leite 126, 03275-000 São Paulo, Vila Ivone

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Rua Inácio Pereira da Rocha, 273, 05432-011 São Paulo

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Rua Ribeirão das Almas 337, 02728-100 São Paulo, Vila Palmeiras

(11) 3931-5056
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Rua Galdino Francisco Borges, 45, 05366-010 São Paulo

(11) 3766-6821
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rua Sobral Junior, 671, 02130-020 São Paulo

(11) 97482-7909
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Rua das Vertentes, 292, Vila Nivi, 02256-210 São Paulo

(11) 2949-8867
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Rua Barão do Bananal, 771, 05024-000 São Paulo

(11) 3865-4044
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Rua Vergueiro 2407, 04101-200 São Paulo, Vila Mariana

(11) 5579-2929
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Rua Ministro Heitor Bastos Tigre, 274, 05634-060 São Paulo, Jardim Monte Kemel

(11) 3742-5149
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Rua Prates, 399, 01121-000 São Paulo

(11) 3227-0700
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Travessa Mailho, 24, 04476-010 São Paulo, Eldorado

(11) 5672-8468

Avaliações da empresas locais

Jacke Tayne , 30 setembro 2025
Ontem, dia 29/09/2025, participei do culto na Congregação Cristã da Água Rasa, que terminou às 21h40. Durante a parte final, a orquestra estava tocando e eu fiz uma pequena filmagem. Logo em seguida, uma irmã se aproximou de mim, com amor e cuidado, e me explicou que não era adequado filmar. Eu compreendi de imediato, agradeci e encerrei a gravação. No entanto, o ancião da igreja se levantou e me expôs diante da irmandade, de forma constrangedora, como se fosse necessário me envergonhar perante todos. Essa postura me deixou profundamente desconfortável e envergonhada, principalmente porque já havia compreendido e atendido ao pedido da irmã. Essa não foi a primeira vez que observei esse comportamento. Em outro culto de segunda-feira, presenciei esse mesmo ancião chamar a atenção de um irmão que havia se empolgado em seu testemunho. Ele o interrompeu em público, usando palavras ríspidas, em tom de bronca, o que também causou constrangimento para todos os presentes. Quero registrar que acredito que a igreja deve ser um espaço de amor e acolhimento. Corrigir é necessário, mas deve ser feito com sabedoria, carinho e, se possível, em particular. A maneira como fui tratada me fez sentir exposta e diminuída, quando deveria ter sido acolhida. Além disso, vale ressaltar que o culto terminou tarde (21h40), o que também é cansativo para muitos, especialmente senhoras e irmãos de idade avançada. Outro ponto grave é que, no episódio do testemunho, o irmão que foi repreendido não era da congregação local, era um visitante. Após ser exposto e envergonhado em público, ele chorou de maneira desesperadora, em um tom que chamou a atenção de todos. Ficou claro que aquele choro foi fruto da vergonha e do constrangimento que passou diante da irmandade. Esse tipo de postura não apenas fere quem está na igreja, mas também afasta visitantes que poderiam estar buscando conforto espiritual. Por fim, destaco que me senti acusada injustamente quando o ancião afirmou que “o inimigo poderia usar” por conta da filmagem, como se eu fosse instrumento de algo negativo, quando na verdade não tive má intenção. Peço que este relato seja considerado como um pedido de reflexão para que o amor e o respeito, que sempre foram marcas da Congregação Cristã, estejam presentes também na forma como a liderança se comunica com a irmandade.

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